A Grécia pode cumprir suas metas de redução de déficit, como foi combinado com credores internacionais, sem precisar de novas medidas de austeridade e mesmo com receitas atrasadas, afirmou nesta domingo o primeiro-ministro grego, George Papandreou. Os esforços da Grécia para sair a crise de dívida que abalou a Zona do Euro deve convencer os mercados mais céticos, o custo do dinheiro será reduzido e o calote será evitado, disse o primeiro-ministro em entrevista coletiva em um evento anual na cidade de Tessalônica, no norte do país.
– A reestruturação da dívida poderia ser catastrófica para a economia, para a credibilidade e para o nosso futuro. Nós estaríamos falando sobre o colapso do nosso sistema bancário, seria uma tragédia para as famílias. Mas nós não estamos nem discutindo isso – disse.
A Grécia precisa diminuir seu déficit no orçamento para 8,1% do PIB, contra 13,6% em 2009 para atender às condições de um plano de resgate de 110 bilhões de euros, acordados com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Contudo, duras medidas de austeridade – os impostos têm aumentado enquanto salários e pensões estatais foram cortados – estão prejudicando as receitas do Estado e a atividade econômica grega, mergulhando o país em uma profunda recessão.
Papandreou disse que as receitas orçamentais estão realmente fracas, mas que estava confiante de que as metas para o final do ano seriam atingidas sem a necessidade de novas medidas. As perdas nas receitas da Grécia são de quase 1,5 bilhão de euros.
– Com o ritmo que temos avançado e com as medidas já tomadas estamos confiantes de que iremos atingir a meta para 2010, e este será um grande feito – afirmou o primeiro-ministro.
O mercado, ainda tenso com a questão da Grécia, será convencida pelos esforços do país e os custos dos empréstimos, agora proibitivos, começarão a cair, acrescentou Papandreou.
Grécia não quer reestruturar dívida
A Grécia pode cumprir suas metas de redução de déficit, como foi combinado com credores internacionais, sem precisar de novas medidas de austeridade e mesmo com receitas atrasadas, afirmou nesta domingo o primeiro-ministro grego, George Papandreou.
Domingo, 12 de Setembro de 2010 às 15:43, por: CdB
A Grécia pode cumprir suas metas de redução de déficit, como foi combinado com credores internacionais, sem precisar de novas medidas de austeridade e mesmo com receitas atrasadas, afirmou nesta domingo o primeiro-ministro grego, George Papandreou. Os esforços da Grécia para sair a crise de dívida que abalou a Zona do Euro deve convencer os mercados mais céticos, o custo do dinheiro será reduzido e o calote será evitado, disse o primeiro-ministro em entrevista coletiva em um evento anual na cidade de Tessalônica, no norte do país.
– A reestruturação da dívida poderia ser catastrófica para a economia, para a credibilidade e para o nosso futuro. Nós estaríamos falando sobre o colapso do nosso sistema bancário, seria uma tragédia para as famílias. Mas nós não estamos nem discutindo isso – disse.
A Grécia precisa diminuir seu déficit no orçamento para 8,1% do PIB, contra 13,6% em 2009 para atender às condições de um plano de resgate de 110 bilhões de euros, acordados com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Contudo, duras medidas de austeridade – os impostos têm aumentado enquanto salários e pensões estatais foram cortados – estão prejudicando as receitas do Estado e a atividade econômica grega, mergulhando o país em uma profunda recessão.
Papandreou disse que as receitas orçamentais estão realmente fracas, mas que estava confiante de que as metas para o final do ano seriam atingidas sem a necessidade de novas medidas. As perdas nas receitas da Grécia são de quase 1,5 bilhão de euros.
– Com o ritmo que temos avançado e com as medidas já tomadas estamos confiantes de que iremos atingir a meta para 2010, e este será um grande feito – afirmou o primeiro-ministro.
O mercado, ainda tenso com a questão da Grécia, será convencida pelos esforços do país e os custos dos empréstimos, agora proibitivos, começarão a cair, acrescentou Papandreou.