O Grande Prêmio de Fórmula 1 do Barein, que teve de ser adiado no início do ano, não poderá ser realizado nesta temporada devido à situação política no país e pela rejeição das equipes competidoras, disse o chefe supremo da F1, Bernie Ecclestone. A corrida no reino do Barein, no Golfo Pérsico, estava programada para abrir a temporada em março.
O Grande Prêmio de Fórmula 1 do Barein, que teve de ser adiado no início do ano, não poderá ser realizado nesta temporada devido à situação política no país e pela rejeição das equipes competidoras, disse o chefe supremo da F1, Bernie Ecclestone.
– Temos esperança de que haverá paz e tranquilidade, e nós poderemos retornar no futuro, mas claro que não haverá este ano –, disse Ecclestone.
– O calendário não pode ser reprogramado sem o acordo dos participantes. Esses são os fatos.
Não houve comentários de imediato da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), num momento em que muitos membros das equipes estão viajando para o Canadá, onde acontecerá a corrida de Montreal, no domingo.
As equipes já deixaram claro que não querem ir ao Barein em 30 de outubro, nem prorrogar a temporada até dezembro, por razões logísticas.
A corrida no reino do Barein, situado na região do Golfo Pérsico, estava programada para abrir a temporada em março, mas teve de ser adiada por causa dos sangrentos distúrbios e repressão aos manifestantes contra o governo do país.
A FIA havia informado na sexta-feira que o GP do Barein seria mudado para 30 de outubro, data originalmente destinada à primeira prova a ser realizada na Índia, a qual seria transferida para dezembro, ficando como a última da temporada, depois do Brasil.
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