A Secretaria de Saúde do Paraná capacitou 150 profissionais de saúde do Brasil e do Paraguai para o diagnóstico e o tratamento da dengue, que tem sintomas semelhantes aos de outras doenças.
De acordo com o órgão, a região de fronteira preocupa em razão da grande mobilidade de pessoas e por ser considerada área estratégica para a entrada de um novo sorotipo da doença.
O último boletim emitido pelo governo paraguaio aponta que, somente no Estado de Alto Paraná, que faz fronteira com o Brasil, foram notificados 500 casos de dengue, dos quais 54 foram confirmados. Já há registro de três mortes por dengue no país vizinho.
O governo do Paraná informou que vai repassar R$ 140 mil para a contratação emergencial de 49 agentes de endemias por aproximadamente 90 dias nos municípios de Foz do Iguaçu, Medianeira, Santa Terezinha de Itaipu e São Miguel do Iguaçu.
O Paraná registrou a primeira morte por dengue este ano. A vítima foi uma mulher, de 64 anos, que morreu de febre hemorrágica, na cidade de Londrina, que enfrenta uma epidemia da doença.
As equipes de saúde investigam mais duas suspeitas de morte causada por dengue, uma em Londrina e outra em Jacarezinho. De acordo com boletim semanal sobre a doença, o estado tem, até agora, 7.158 casos suspeitos e 922 confirmados. Em Londrina, são 427 pessoas com dengue. Jacarezinho e Foz do Iguaçu também estão entre os municípios com mais notificações.
Devido ao grande número de casos de dengue observados em algumas regiões do Estado, a secretaria estadual de saúde vai publicar uma norma com medidas para serem adotadas por estabelecimentos comerciais e indústrias, principalmente donos de ferros-velhos e depósitos de sucata, para evitar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.
Paraná ajuda Paraguai no combate à dengue na fronteira
A Secretaria de Saúde do Paraná capacitou 150 profissionais de saúde do Brasil e do Paraguai para o diagnóstico e o tratamento da dengue, que tem sintomas semelhantes aos de outras doenças. A região de fronteira preocupa em razão da grande mobilidade de pessoas e por ser considerada área estratégica para a entrada de um novo sorotipo da doença.
Sexta, 18 de Fevereiro de 2011 às 06:05, por: CdB
A Secretaria de Saúde do Paraná capacitou 150 profissionais de saúde do Brasil e do Paraguai para o diagnóstico e o tratamento da dengue, que tem sintomas semelhantes aos de outras doenças.
De acordo com o órgão, a região de fronteira preocupa em razão da grande mobilidade de pessoas e por ser considerada área estratégica para a entrada de um novo sorotipo da doença.
O último boletim emitido pelo governo paraguaio aponta que, somente no Estado de Alto Paraná, que faz fronteira com o Brasil, foram notificados 500 casos de dengue, dos quais 54 foram confirmados. Já há registro de três mortes por dengue no país vizinho.
O governo do Paraná informou que vai repassar R$ 140 mil para a contratação emergencial de 49 agentes de endemias por aproximadamente 90 dias nos municípios de Foz do Iguaçu, Medianeira, Santa Terezinha de Itaipu e São Miguel do Iguaçu.
O Paraná registrou a primeira morte por dengue este ano. A vítima foi uma mulher, de 64 anos, que morreu de febre hemorrágica, na cidade de Londrina, que enfrenta uma epidemia da doença.
As equipes de saúde investigam mais duas suspeitas de morte causada por dengue, uma em Londrina e outra em Jacarezinho. De acordo com boletim semanal sobre a doença, o estado tem, até agora, 7.158 casos suspeitos e 922 confirmados. Em Londrina, são 427 pessoas com dengue. Jacarezinho e Foz do Iguaçu também estão entre os municípios com mais notificações.
Devido ao grande número de casos de dengue observados em algumas regiões do Estado, a secretaria estadual de saúde vai publicar uma norma com medidas para serem adotadas por estabelecimentos comerciais e indústrias, principalmente donos de ferros-velhos e depósitos de sucata, para evitar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.