O governo criou um grupo de trabalho para discutir a política de cotas para negros em universidades. A equipe é formada por órgãos como o Ministério da Educação, da Justiça, Casa Civil, Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Secretaria Especial para os Direitos da Mulher e Secretaria de Promoção da Igualdade Racial.
- O movimento social vem formatando proposição e o governo, agora, com a existência desse organismo, é impulsionado a acelerar a sua posição a esta política - afirmou a ministra Matilde Ribeiro, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial. Segundo ela, desde a campanha, o presidente se manifesta favorável a política de cotas e o que falta, na sua opinião, é ter um acordo em relação a procedimentos para que as cotas se tornem uma política efetiva.
- Vamos fazer levantamentos em relação aos números, significado da ausência da população negra nas universidades e vamos enfrentar o desafio de debater qual é a melhor forma para ampliar essa perspectiva de inclusão - disse.