Google irá oferecer cartão pré-pago de débito nos EUA
O Google vai oferecer nos Estados Unidos um cartão pré-pago de débito que permitirá aos consumidores fazer compras em lojas e sacar dinheiro em caixas eletrônicos, informou a companhia.
O Google vai oferecer nos Estados Unidos um cartão pré-pago de débito
O Google vai oferecer nos Estados Unidos um cartão pré-pago de débito que permitirá aos consumidores fazer compras em lojas e sacar dinheiro em caixas eletrônicos, informou a companhia.
O cartão permitirá aos usuários acesso a fundos armazenados em contas Google Wallet, um aplicativo para dispositivos móveis e serviço online de pagamentos.
O novo cartão Wallet será aceito em máquinas compatíveis com serviços da MasterCard, informou o Google em seu blog no final da quarta-feira. A companhia afirmou que o cartão será gratuito e que não cobrará taxas mensais ou anuais dos usuários.
O cartão pode ajudar os esforços do Google para ter um papel mais relevante no comércio e fornecer à companhia informações valiosas sobre hábitos de compra de consumidores, apesar de parecer ser menos ambicioso que rumores sobre um cartão de crédito completo da companhia.
Uma porta-voz do Google confirmou que os dados sobre as transações feitas com o cartão incluindo a descrição dos produtos comprados, quantias pagas e nome e endereço do vendedor serão adicionados à base de informações que a companhia mantém sobre os usuários de seus serviços. Esses dados podem ser usados para direcionamento de anúncios publicitários.
Google prevê fim da censura em uma década
O presidente do conselho do Google, Eric Schmidt, tem uma previsão audaciosa: a censura em todo o mundo pode acabar em uma década, e um uso melhor de criptografia ajudará as pessoas a superar a vigilância governamental.
Em uma palestra nesta quarta-feira, na Universidade Johns Hopkins, o executivo da maior companhia de buscas na web fez uma proposta para acabar com a censura na China e em outros países com liberdade de expressão restrita, conectando todos à Internet e protegendo a comunicação contra espionagem.
- Primeiro eles tentam te bloquear; depois, tentam infiltrar; e depois, você ganha. Eu realmente penso que funciona assim. Pois o poder está mudado - disse ele.
- Eu acredito que há uma chance real de que possamos eliminar a censura e a possibilidade de censura em uma década.
Schmidt há muito tempo se manifesta contra limitações da liberdade de expressão e acesso restrito à Internet no mundo todo. No começo deste ano, ele viajou à Coreia do Norte, um país desconectado do resto do mundo, para promover a causa.
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