Rio de Janeiro, 18 de Maio de 2026

Giba é suspenso pelo uso de maconha

O atacante da seleção brasileira de vôlei, Gilberto Godoy Filho, o Giba, recebeu uma punição branda, de apenas 18 dias de suspensão, nesta segunda-feira, da Comissão de Disciplina da Federação Italiana de Vôlei (Fipav), em Roma. O jogador ainda terá de pagar uma multa de 3 mil por resultado positivo para metabolitos de THC (maconha), em um controle antidoping. (Leia Mais)

Segunda, 03 de Março de 2003 às 17:29, por: CdB

O atacante da seleção brasileira de vôlei, Gilberto Godoy Filho, o Giba, recebeu uma punição branda, de apenas 18 dias de suspensão, nesta segunda-feira, da Comissão de Disciplina da Federação Italiana de Vôlei (Fipav), em Roma. O jogador ainda terá de pagar uma multa de 3 mil por resultado positivo para metabolitos de THC (maconha), em um controle antidoping. Giba ficará fora das quadras até o dia 21 de março, segundo noticiaram, nesta segunda-feira, as agências internacionais que acompanharam o julgamento na Itália. O jogador e seu agente não foram encontrados para comentar o assunto. Com a suspensão, Giba, de 27 anos, ainda poderá voltar a atuar pelo Estense Carife Ferrara, seu time na divisão A1 do Campeonato Italiano, a partir da 24.ª rodada, que será no dia 30, contra o Canadiens Verona (o time ocupa o sétimo lugar e se passar às quartas-de-final disputa o playoff a partir do dia 8 de abril). O atacante também fica liberado para atender a convocação do técnico da seleção brasileira, Bernardo Rezende, o Bernardinho, para a Liga Mundial. O Brasil está no Grupo B e estréia na competição no dia 23 de maio, contra a Alemanha. A Itália e Portugal são as outras seleções da chave. O jogador, que foi campeão do mundo com a seleção, na Argentina, em outubro do ano passado, teve resultado positivo para maconha em controle antidoping feito no dia 15 de dezembro, pelo Comitê Olímpico Italiano (Coni), após a partida entre o Ferrara e o Sempre Volley Padua. O resultado foi divulgado no dia 27 de janeiro e o clube decidiu suspender o jogador por medida cautelar. Em todos os seus pronunciamentos sobre o assunto, o presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, preferiu não condenar o jogador, dizendo que ele deveria ser punido, mas precisava de atenção. O dirigente disse que os atletas são submetidos previamente às competições a controles antidoping e que nos próprios torneios, como a Liga Mundial, o exame antidoping é uma constante. Mesmo assim, disse que fará uma cartilha esclarecendo sobre o assunto.

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