Rio de Janeiro, 01 de Janeiro de 2026

Gerente de banco contradiz viúva de milionário

Quinta, 08 de Março de 2007 às 15:34, por: CdB

Policiais da Delegacia de Homicídios (DH) do Rio ouviram nesta quinta-feira o gerente do banco em que o milionário da Mega-Sena assassinado Renné Senna e sua mulher Adriana Almeida tinham conta em Rio Bonito, na Baixada Litorânea do Rio. Em seu depoimento, ele esclareceu algumas transações, que a polícia teve acesso através da quebra do sigilo bancário autorizado pela Justiça, e acabou levantando algumas contradições nos depoimentos já prestados pela viúva.

Apesar de divulgar que houve conflito de versões, a polícia não informou quais foram os fatos divergentes, já que a quebra de sigilo bancário está em segredo de Justiça.

Em gravações de escutas telefônicas depois do crime, o funcionário, identificado apenas como Valmir, informava a Adriana sobre a impossibilidade da retirada do nome do morto da conta conjunta do casal e a orientava a fazer uma transferência que, para zerar a conta, seria taxada em R$ 7 mil só de CPMF. Pelas contas, a ex-cabeleireira tentava retirar mais de R$ 1,8 milhão da conta corrente que mantinha com o marido.

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