Por Leandro Mazzini - A iminente posse do general Fernando Azevedo e Silva como Autoridade Pública Olímpica (APO) contrariou o Governo e a Prefeitura do Rio, e o Ministério do Esporte. Há uma velada oposição dessas três esferas à figura da APO, cargo de confiança da Presidência, que monitora os projetos e execuções para os Jogos.
Fernando Azevedo e Silva como Autoridade Pública Olímpica (APO)
A iminente posse do general Fernando Azevedo e Silva como Autoridade Pública Olímpica (APO) contrariou o Governo e a Prefeitura do Rio, e o Ministério do Esporte. Há uma velada oposição dessas três esferas à figura da APO, cargo de confiança da Presidência, que monitora os projetos e execuções para os Jogos. Foi a resistência desse grupo que forçou a saída de Marcio Fortes, e justo por isso, ciente dos bastidores, a presidente Dilma decidiu colocar um militar linha dura no front como recado: está de olho na modalidade Salto sobre Verbas.
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