O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Jorge Armando Félix, minimizou a invasão de uma fazenda produtora de laranja, em São Paulo, por um grupo de militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e repercussão dada ao caso.
– Não há ameaça. A questão é que é um movimento como qualquer movimento social que tem seu viés de razão. Muitas vezes as ações não correspondem ao que deveria ser a observância estrita da lei – disse o general.
Jorge Félix acrescentou que ao GSI cabe a função de manter o presidente da República informado, o que tem ocorrido.
– A partir daí não é problema do Gabinete de Segurança Institucional – ressaltou o ministro.
Ele esteve nesta quarta-feira, no Senado, para uma reunião com o presidente José Sarney (PMDB-AP). O militar apresentou ao senador o atual dirigente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Trezza, que desde 2008 ocupa o cargo interinamente porque o Senado ainda não realizou a sabatina na CCJ, pré-requisito para sua aprovação em plenário.