O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (Siemaco) decidiu entrar em greve geral a partir da 0h da próxima segunda-feira.
A decisão foi tomada em assembléia nesta quinta-feira na Zona Norte da capital paulista. De acordo com o sindicato, a greve foi decretada porque não houve "apresentação de qualquer proposta de reajuste salarial, nem sequer a reposição da inflação" por parte do sindicato patronal.
Na segunda-feira foi realizada uma reunião oficial entre representantes do Siemaco e Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (Selur) e, segundo o presidente da entidade que representa os trabalhadores, Moacyr Pereira, "não foi fechado nenhum acordo. Eles disseram que não poderiam atender a nenhuma das nossas reivindicações", disse.
Os trabalhadores do setor de limpeza urbana querem reajuste salarial de 12%, convênio médico gratuito e fornecimento de protetor solar. Segundo o Siemaco, são 15 mil trabalhadores do setor na capital. Continuarão trabalhando apenas os que cuidam da coleta de lixo hospitalar, postos de saúde e farmácias, "o que representa entre 20% e 30% da categoria", disse Pereira.
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Quinta, 22 de Março de 2007 às 19:01, por: CdB