Cisões, cizânias, o que tudo isto demonstra na oposição (vejam post acima) é a total falta de núcleo dirigente e de lideres no DEM e a dispersão e a divisão acirradas no tucanato.
O presidenciável derrotado ao Planalto no ano passado, José Serra, o governador tucano de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) estão em guerra, já em aberta disputa pró-candidatura presidencial em 2014.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso faz o que pode. E o presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE) não tem autoridade e nem liderança. Aliás, não tem nem voto. Desistiu de disputar a reeleição de senador no ano passado porque sabia que não se reelegeria em Pernambuco.
Assim, DEM e PSDB caminham para a fusão como última saída. É realmente o único fato, a única alternativa política para impedir a continua sangria e mesmo a desaparecimento, no caso do DEM.
Já no caso do PPS, o outro braço tradicional aliado da oposição, nem se fala. Simplesmente já não existe como tal. Não passa de um satélite dos tucanos.
Rio de Janeiro, 20 de Agosto de 2026
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