A visita do presidente da República à China, cujo início se dará na próxima sexta-feira, representa apenas um 'arranhão' no potencial bilateral de comércio. A afirmação foi feita no XVI Fórum Nacional pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan.
Ele afirmou que existe uma grande complementaridade das economias e um desejo estratégico dos dois governos de avançar não só na parceria comercial, mas também na parceria de investimentos e numa aliança política, já manifestada no G-20 (grupo dos 20 países em desenvolvimento), na Organização Mundial do Comércio (OMC).
Furlan anunciou que em junho a Agência de Promoção de Exportações (Apex) realizará uma missão comercial integrada por 100 empresas para rodadas de negócios em Xangai, em setores em que o Brasil ainda não tem presença no mercado chinês. Entre as empresas estão de cafés especiais, frutas processadas, vinhos, cachaça, software, gemas e pedras preciosas, gás e petróleo, calçados, biotecnologia.
Furlan fala sobre o potencial do comércio entre Brasil e China
Terça, 18 de Maio de 2004 às 23:39, por: CdB