Funcionários em greve da USP fecham os portões em protesto
Os funcionários em greve da Universidade de São Paulo (USP) ampliaram os piquetes nesta quinta-feira fechando, além do portão principal, no acesso da Rua Alvarenga, os demais portões com entradas direcionadas para o Hospital Universitário e para a Escola Politécnica. Em greve há dois meses, a categoria reivindica aumento salarial de 9,7%.
os manifestantes que contaram com o apoio dos estudantes tentaram impedir a entrada de pedestres e de carros
Os funcionários em greve da Universidade de São Paulo (USP) ampliaram os piquetes nesta quinta-feira fechando, além do portão principal, no acesso da Rua Alvarenga, os demais portões com entradas direcionadas para o Hospital Universitário e para a Escola Politécnica. Em greve há dois meses, a categoria reivindica aumento salarial de 9,7%.
Com esses bloqueios, os manifestantes que contaram com o apoio dos estudantes tentaram impedir a entrada de pedestres e de carros. Segundo informou a Polícia Militar, os atos ocorreram de forma pacífica.
- A greve deve crescer porque o governo cortou os salários indiscriminadamente - justificou o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Sintusp), Magno de Carvalho, referindo-se ao critério adotado para o corte dos dias não tabalhados.
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