Os funcionários estavam num carro trafegando pela rua Haifa - uma rua principal que vem sendo alvo de ataques de insurgentes sunitas - quando foram atacados.
Segundo testemunhas, um grupo de homens atirou contra o carro, retirou os passageiros, que estariam à paisana, e os matou a tiros.
O carro teria sido queimado depois do ataque.
Um porta-voz da comissão eleitoral, Adyl Alawi, disse acreditar que o ataque aos trabalhadores foi proposital.
As eleições iraquianas estão marcadas para 30 de janeiro de 2005.
Mais soldados
Ainda não se sabe quem foram os responsáveis pelo ataque, mas integrantes da comissão eleitoral acreditam que tenham sido insurgentes, que vêm realizando vários ataques a autoridades e funcionários envolvidos na organização das eleições.
De acordo com a agência de notícias Reuters, seus repórteres viram insurgentes armados com AKs-47 e pistolas bloqueando a rua e revistando todo carro que passava.
Segundo Farid Ayar, membro da comissão eleitoral, ninguém da diretoria está entre as vítimas.
Na sexta-feira, duas mulheres foram mortas num ataque com morteiro a um escritório eleitoral na cidade de Dujail, ao norte de Bagdá.
Os Estados Unidos estão aumentando a quantidade de soldados para o número recorde de 150 mil para tentar evitar uma escalada de violência antes das eleições e para garantir que o processo eleitoral siga em frente com relativa segurança.
Porém, especialistas dizem que é praticamente impossível evitar pequenos ataques como o deste domingo.