O fotógrafo Carlos Díez Polanco expôs em Nova York uma coleção de oitenta fotografias realizadas em cerca de vinte países da América Latina, continente ao que se sente, segundo reconheceu, 'muito próximo'.
- Gosto da cor, das pessoas e das paisagens da América Latina, que são impressionantes - disse na inauguração da exposição, que já passou por Madri e que agora está no 'Queen Sofia Spanish Institute', de Nova York.
A mostra, que se denomina 'América siempre', inclui novas séries de fotografias de natureza e retratos, assim como amostras de suas séries anteriores 'América empilhada', 'América cotidiana' e 'América sacra'.
Carlos Diez Polanco tem um arquivo catalogado de 70.000 instantâneas e publicou dois livros de fotografias.
Além disso, este artista autodidata, que trabalha em campos tão diferentes como o retrato, a arquitetura e o esporte, expôs sua obra em numerosos países, entre eles Bolívia, Chile, Colômbia, Egito, Jordânia, Marrocos e Tunísia.
Como complemento da exposição, foi publicado um catálogos com textos de autores que falam espanhol, como o escritor mexicano Héctor Aguilar Camí, o nicaragüense Sergio Ramírez e o boliviano Edmundo Paz Soldán.
Rio de Janeiro, 14 de Setembro de 2026
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