Paul Krugman e sua celebre falacia expansionista. O fato é que pagam muito bem pra ele defender essa asneira. Ele é o tipico analista que fora do poder diz uma coisa, mas quando vai pro poder faz exatamente o contrário de tudo o que defende. E como tem economista desse tipo!!! É o que mais tem!!! Aliás é só o que tem!!! Para Krugman, a atual forte depressão nos EUA, UE e Japão, iniciada em 2008, ainda persiste, e em breve será tenebrosa! O forte desejo de purgar 27 de junho de 2011 | 15h39 Paul Krugman No ano passado foi a OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento das Nações Unidas; agora é a vez do BIS ? Banco de Compensações Internacionais. E novamente, senhores muito sérios de uma organização internacional parecem determinados a encontrar razões para um aperto da política monetária em face de uma FORTE DEPRESSÃO econômica que continua persistente. O BIS cita os preços cada vez mais altos das commodities e o implícito aumento da inflação com base nos spreads bancários. No caso de informes como este, contudo, a questão é que foram escritos e aprovados por comissões, o que significa que se baseiam em dados retroativos ? e com certeza, os spreads bancários e a inflação dos preços das commodities estão narrando uma outra história no momento presente. (*desde que o Fed avisou em maio que ia encerrar o quantitative easing, imediatamente antes os preços subiam sem parar) O informe da comissão afirma também que a produção potencial vem sendo permanentemente reduzida pela depressão econômica, afirmando em particular que ?a destruição de capital humano devido ao desemprego a longo prazo? pesará no crescimento. Você pode achar que esta é uma das razões para adotar medidas urgentes com vistas a o nível de desemprego de longo prazo. Mas não. E, inevitavelmente, constam também do informe os supostos paralelos com a década de 70. Salvo os próprios dados do BIS, nada sugere que exista algum paralelo, absolutamente. Existe uma única comparação (o Custo Unitário do Trabalho, ou ULC na sigla em inglês). Note a diferença em escalas. Nos anos 70 havia uma importante espiral de preços dos salários; desta vez não há nada disso. Mas tanto faz. E O BIS ainda emite uma série de alertas vagos sobre como as taxas de juro baixas desencorajam o comportamento responsável. Algo está ocorrendo, e não acredite que tem realmente a ver com análises econômicas. Como outros, o BIS está claramente engajado num "Calvinball" monetário, criando regras e conceitos de improviso para justificar um aperto monetário, sejam quais forem as circunstâncias. Parece que há uma profundo desejo de infligir sofrimento, purgar o que há de imprestável ou qualquer coisa do gênero. É ASSUSTADOR. E O MUNDO IRÁ SOFRER POR ISSO. *Meu comentário O que já esta regulamentado na reforma financeira norte-americana e tem até prazo para ser implantado: Fed regulamenta 'Regra Volcker' para os bancos Novas normas restringem os negócios das instituições financeiras com títulos imobiliários 09 de fevereiro de 2011 | 18h07 Renato Martins, da Agência Estado O Federal Reserve norte-americano anunciou a aprovação da regulamentação das novas normas que restringem os negócios dos bancos com títulos imobiliários, previstas na lei Dodd-Frank, de regulamentação do setor financeiro, e na nova Lei de Proteção ao Consumidor. Essas restrições constituem a chamada Regra Volcker, que recebeu esse nome porque ela foi sugerida pelo ex-presidente do Fed Paul Volcker quando ele era presidente do Conselho de Assessores Econômicos do presidente Barack Obama. Segundo o comunicado do Fed, os bancos terão dois anos para se adaptar à Regra Volcker, que os proíbe de negociar títulos mobiliários, derivativos e outros instrumentos financeiros com seu próprio capital e restringe suas relações com fundos de hedge e fundos de private equity. As informações são da Dow Jones. Bancos também seriam impedidos de negociar ações ou outros instrumentos financeiros em benefício próprio, o chamado "proprietary trading" (transação na qual os operadores usam dinheiro da própria instituição e não em nome de um cliente). Visando os fundos com pouca regulamentação, também culpados pela crise, o governo Obama exigiu que os bancos sejam PROIBIDOS DE "GARANTIR E INVESTIR em fundos de derivativos ('hedge funds') e ativos privados ('private-equity funds')". Com a aplicação dessas regras acima a iniciativa privada pode dar adeus à história. Esse era o ponto mais polêmico da reforma financeira, o resto é resto, e consequencia!!!
Forte depressão, 'O mundo irá sofrer', diz Paul Krugman em tom apocaliptico
Domingo, 03 de Julho de 2011 às 17:22, por: CdB