Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Forças de segurança do Iraque entram na refinaria de Baiji, diz polícia

As forças de segurança iraquianas entraram nesta terça-feira na maior refinaria do país pela primeira vez após meses de batalha contra militantes do Estado Islâmico que cercaram o local, disseram um coronel da polícia e a televisão estatal. Se a informação for confirmada, a retomada do local representaria um fato importante para as forças do governo encarregadas de restaurar a estabilidade no país.

Terça, 18 de Novembro de 2014 às 09:22, por: CdB
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Operário caminha no campo de petróleo de Nahr Bin Umar, a norte de Basra e a sudoeste de Bagdá
As forças de segurança iraquianas entraram nesta terça-feira na maior refinaria do país pela primeira vez após meses de batalha contra militantes do Estado Islâmico que cercaram o local, disseram um coronel da polícia e a televisão estatal. Se a informação for confirmada, a retomada do local representaria um fato importante para as forças do governo encarregadas de restaurar a estabilidade no país, que enfrenta sua maior crise de segurança desde a queda do ditador Saddam Hussein, em 2003. - A primeira força iraquiana, a força antiterrorismo chamada Batalhão Mosul, entrou na refinaria de Baiji pela primeira vez em cinco meses - disse à agência inglesa de notícias Reuters o coronel da polícia Saleh Jaber, da unidade de proteção da refinaria de Baiji. A televisão estatal exibiu notícias do avanço e transmitiu o que disse ser imagens ao vivo do complexo do lado de fora de seus muros. Não havia forças de segurança visíveis nas imagens. - Nesta área, terroristas estavam posicionados à esquerda e à direita. Se Deus quiser, Baiji será a chave para a libertação de cada canto do Iraque - disse o comandante da operação de segurança da região, Abdel Wahab al-Sa'adi, à emissora. O Estado Islâmico tomou a cidade de Baiji e cercou a refinaria durante seu primeiro avanço no Iraque, em junho. Ataques aéreos liderados pelos EUA impediram o grupo militante, que avançou pelo norte do Iraque em junho quase sem oposição do Exército iraquiano, de conseguir avançar mais em sua busca por mais territórios para o seu autoproclamado califado.
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