Rio de Janeiro, 28 de Abril de 2026

FMI prevê que economia cresça 4% ao ano

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva comemorou, nesta terça-feira, a decisão de antecipar, em dois anos, a quitação da dívida de US$ 15,5 bilhões junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo o presidente, a decisão é "a superação vitoriosa de mais uma etapa da política econômica brasileira". Segundo o presidente, o ato de pagar um compromisso com o Fundo significa que o Brasil "já pode andar com as próprias pernas". (Leia Mais)

Terça, 10 de Janeiro de 2006 às 22:26, por: CdB

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva comemorou, nesta terça-feira, a decisão de antecipar, em dois anos, a quitação da dívida de US$ 15,5 bilhões junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo o presidente, a decisão é "a superação vitoriosa de mais uma etapa da política econômica brasileira". Segundo o presidente, o ato de pagar um compromisso com o Fundo significa que o Brasil "já pode andar com as próprias pernas".

A afirmação foi feita pelo presidente ao celebrar ao lado do diretor-geral do FMI, Rodrigo de Rato, de toda a equipe econômica do governo, empresários e os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Luiz Dulci (Secretaria Geral), o pagamento antecipado do Brasil ao Fundo, durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto. Durante o discurso, o presidente Lula ressaltou que o momento, com o pagamento antecipado ao FMI, e especial para o Brasil e muito relevante para o Fundo Monetário Internacional. O presidente afirmou que o Brasil mostrou ao Fundo estar caminhando com uma estabilidade econômica sólida.

- Temos hoje uma democracia sólida e dinâmica, da qual nos orgulhamos muito. Tal como a nossa economia, também a nossa democracia reflete a maturidade dos brasileiros - destacou.

O pagamento da dívida do Brasil com o FMI, de U$ 15,57 bilhões, foi feito em 27 de dezembro. Com essa antecipação, segundo o Ministério da Fazenda, o Brasil economiza U$ 900 milhões que teria que pagar de juros em dois anos ao Fundo.

- Neste ano o Brasil tem tudo para se beneficiar da atual conjuntura da economia mundial - avalia Rato, que acredita em um crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro, este ano, na ordem de 4%.

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