O Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou a nona revisão do acordo com o Brasil e liberou mais uma parcela de recursos para o país, no valor de 1,4 bilhão de dólares.
O governo brasileiro já anunciou a intenção de não sacar os recursos liberados pelo FMI.
O diretor-gerente do FMI, Rodrigo Rato, disse em comunicado que o forte aumento dos investimentos neste ano é um bom sinal para a continuidade do crescimento econômico em 2005.
Segundo Rato, o Brasil "tem respondido com cautela apropriada às pressões inflacionárias". O Banco Central elevou pela quarto mês consecutivo nesta quarta-feira a taxa de juro do país, que passou para 17,75 por cento ao ano --maior patamar desde meados de novembro do ano passado.
Rato disse ainda que a forte arrecadação e o controle dos gastos abrem oportunidade para queda da dívida brasileira no próximo ano.