O Fundo Monetário Internacional (FMI) acredita que as taxas de juros vigentes na eurozona, de 2%, são adequadas nas circunstâncias atuais.
Assim garantiu nesta terça-feira em uma conferência telefônica de Washington o diretor do departamento europeu do FMI, Michael Deppler, ao analisar o retrocesso temporário da recuperação da economia dos 12 países que integram a União Monetária.
Deppler disse que é difícil prever quando a economia européia terá um maior impulso, embora detalhou que se a situação atual persistir o Banco Central Europeu (BCE) deveria atuar e relaxar sua política monetária.
O instituto europeu mantém inalterado o os juros no mínimo histórico de 2% desde junho de 2003 e seu presidente, Jean-Claude Trichet, descartou hoje em Pequim que esteja preparando os mercados para outro corte das taxas.
Deppler desprezou as chamadas de políticos italianos que sugeriram nos últimos dias uma volta às moedas nacionais para equiparar as disparidades de crescimento e inflação e o excessivo déficit de seus orçamentos e limitou-se a comentar que estas propostas "não foram suficientemente meditadas".
As declarações do economista ocorreram após a publicação ontem em Washington de um relatório do FMI sobre a situação macroeconômica da eurozona e um dia antes que seu direto -gerente, Rodrigo Rato, participe de Frankfurt em um simpósio intitulado "O FMI em um mundo mutante".
FMI aprova taxas de juros na eurozona
O FMI acredita que as taxas de juros vigentes na eurozona, de 2%, são adequadas nas circunstâncias atuais. Assim garantiu nesta terça-feira em uma conferência telefônica de Washington o diretor do departamento europeu do FMI, Michael Deppler, ao analisar o retrocesso temporário da recuperação da economia dos 12 países que integram a União Monetária. Deppler disse que é difícil prever quando a economia terá maior impulso. (Leia Mais)
Terça, 07 de Junho de 2005 às 04:25, por: CdB