Os motoristas e cobradores de ônibus da capital de Santa Catarina paralisaram, nesta terça-feira, as atividades durante duas horas.
O protesto faz parte da pressão da categoria sobre a classe patronal e Prefeitura de Florianópolis que ameaçam com demissões no setor.
Os trabalhadores também exigem a assinatura da Convenção Coletiva do Trabalho e a retirada de decisão judicial que obriga o pagamento de R$ 36 mil a uma empresa de ônibus que alegou prejuízo com o movimento grevista de cinco horas realizado no ano passado.
A paralisação desta terça dá continuidade ao movimento iniciado nasegunda-feira, quando motoristas e cobradores suspenderam as atividades durante uma hora, das 11h às 12h.
De acordo com o líder sindical, Ricardo Freitas, as paralisações continuarão até que o setor patronal acene com a abertura de negociação.
Os protestos vão continuar durante a semana em um crescente até a greve total do transporte coletivo de Florianópolis.
A paralisação desta terça-feira, assim como ontem, não tem horário anunciado, o que causa apreensão ao usuário que utiliza os coletivos para estudos, trabalhos ou outras atividades.