Em artigo, a revista Science estipulou que os esforços combinados dos compromissos do governo e do mercado para diminuir o desmatamento da Amazônia e reduzir as emissões de carbono no Brasil vão custar entre US$ 6,5 bilhões a US$ 18 bilhões. Se a destruição da Floresta fosse zerada, cairia entre 2% e 5% as emissões globais de dióxido de carbono.
O Relatório de Políticas do Fórum, intitulado O Fim do Desmatamento na Amazônia brasileira foi escrito por contribuintes do Woods Hole Research Center, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Universidade Federal de Minas Gerais, a Aliança da Terra, Environmental Defense Fund , Universidade da Flórida, Universidad Rey Juan Carlos, e da Universidade Federal do Pará.
Segundo Daniel Nepstad, cientista sênior do Woods Hole Research Center e principal autor do estudo, "as forças do mercado e vontade política do Brasil estão a convergir em uma oportunidade sem precedentes para acabar com o desmatamento na Amazônia brasileira, com 80% de floresta em pé".
Ainda segundo o estudo, o Brasil emergiu como uma das nações mais avançadas do mundo em assumir compromissos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa no âmbito das negociações do clima das Nações Unidas.