A história de ficção científica que traz extraterrestres como imigrantes não desejados e acontece em Johanesburgo arrecadou US$ 37 milhões na América do Norte, informou a distribuidora Sony Pictures neste domingo.
A empresa disse que Distrito 9 custou menos do que US$ 30 milhões, um orçamento modesto para os padrões de Hollywood.
O filme recebeu resenhas positivas e uma campanha publicitária no Comic-Con, que impulsionou uma forte pré-estreia entre fãs de ficção científica.
O estúdio também destacou o estilo de documentário, produzido por Peter Jackson, cineasta atrás do blockbuster vencedor do Oscar O Senhor dos Anéis.
O novo filme foi dirigido e teve o co-roteiro do nativo sul-africano Neill Blomkamp, um protegido de Jackson que está fazendo sua estreia em direção após uma carreira de anúncios publicitários.
O elenco traz o sul-africano Sharlto Copley como um funcionário público que comanda o despejo forçado de alienígenas de uma favela de Johanesburgo, o Distrito 9.
O confronto aumenta depressa em uma luta sangrenta feita por seres humanos para obter controle sobre o sofisticado armamento dos extraterrestres. A história foi adaptada de um curta, Alive in Joburg, que Copley produziu com Blomkamp como diretor.
Rory Bruer, presidente da distribuidora Sony Pictures Entertainment, disse que a história e o local de filmagem obviamente chamariam a atenção.
– Este filme é tão diferente da maioria dos filmes que você vê de um grande estúdio –, disse Bruer.
– É um tipo de filme selvagem, em estado natural, visceral que tem vida própria.
Distrito 9 é o terceiro filme da Sony com orçamento abaixo de US$ 40 milhões e que teve bom êxito nas últimas semanas, após o filme de temática de culinária Julie & Julia, que arrecadou US$ 44 milhões após duas semanas de estreia, e a comédia romântica A Verdade Nua e Crua, com a marca de US$ 77,5 milhões com quatro semanas em cartaz.