Rio de Janeiro, 18 de Outubro de 2026

Ficção e realismo no Planeta dos Macacos

Sexta, 19 de Agosto de 2011 às 08:07, por: CdB

19.08.2011 

Os chimpanzés compartilham 99.4% de seus genes com os seres humanos, em estado natural, fabricam utensílios e lanças e em cativeiro, podem ler e escrever centenas de signos.

 Por Isaac Bigio*

ESPECIAL, de Londres

Para  Via Fanzine

Tradução: Pepe Chaves

 

A sétima versão do filme "Planeta dos Macacos" é uma obra mestra das novas tecnologias, ainda que proponha algo impossível: que num futuro próximo, uma aliança entre chimpanzés, gorilas e orangotangos (três espécies distintas e que juntas não contam nem um milhão de indivíduos) pudesse destruir à tecnocivilização dos sete bilhões de seres humanos.

 

A produção também não mostra que, faz alguns milênios, nosso planeta estava "conquistado" por um ramo de símios.

 

No filme, grandes primatas se libertam de suas jaulas, em San Francisco, derrotam à polícia desta metrópole e se refugiam num bosque, esperando que o mesmo vírus que os tornaram inteligentes venha minar os humanos.

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