A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) de 7 de dezembro foi de 0,66%, o que representa um aumento de 0,09 ponto percentual na comparação com o índice de 30 de novembro.
Segundo informações da Fundação Getúlio Vargas (FGV) o setor de alimentos foi o que mais contribuiu para o avanço do índice, com alta de 1,65%. Os setores de transportes, habitação, educação, leitura e recreação apresentaram variação de 0,38%,0,33% e 0,46% respectivamente.
Os itens vestuário, despesas diversas, saúde e cuidados pessoais apresentaram desaceleração nos preços. Os dados foram coletados entre os dias 8 de novembro e 7 de dezembro de 2005, comparados aos coletados entre 8 de outubro e 7 de novembro deste ano.
O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica Federal, fechou novembro em 0,26%. A taxa foi a mesma de outubro, conforme divulgou hoje o IBGE. O custo do metro quadrado construído passou de R$ 539,13 para R$ 540,51. Desse total, R$ 316,59 são relativos a material e R$ 223,92, a mão-de-obra.
Em relação a novembro do ano passado, quando a taxa ficou em 1,07%, houve uma queda de 0,81 ponto percentual. No ano o índice acumula alta de 6,46% e nos 12 meses encerrados em novembro, de 7,61%. As taxas também são inferiores às registradas em iguais períodos do ano passado (9,76% e 10,16%, respectivamente).
De acordo com o IBGE, as regiões norte (0,43%) e nordeste (0,42%) registraram taxas acima da média nacional, porque tanto os preços dos serviços quanto os salários dos trabalhadores do setor tiveram reajustes. No Sul o índice ficou em 0,27%; no Centro-Oeste, em 0,15% e no Sudeste, em 0,14%.
O Índice Nacional da Construção Civil serve como referência para a elaboração de orçamentos e acompanhamentos de custo de obras públicas.