Organização, montagem de estruturas temporárias, cumprimento de prazos pré-estabelecidos, questões de logística. Estas questões muitas vezes se tornam problemas em obras de médio e grande porte realizadas no Brasil - sejam no esporte ou fora dele, sejam públicas ou privadas -, mas não valem para a arena da Copa Davis montada em Belo Horizonte para abrigar o confronto entre Brasil e Suécia.
Ao menos é o que afirma o alemão Soeren Friemel, árbitro geral e principal representante da Federação Internacional de Tênis (ITF) em Belo Horizonte. Em entrevista, ele se disse satisfeito com o trabalho realizado pela organização do evento.
- Primeiro de tudo, os organizadores estão muito determinados e se esforçando ao máximo. E estão fazendo um bom trabalho. Tivemos muita chuva na quarta-feira, o que causou problemas com a quadra, mas acho que eles estão fazendo um bom trabalho - avaliou Soeren, confirmando que não verificou nenhum problema de organização.
- Tudo correu dentro do cronograma. O pessoal da Suécia está gostando da estrutura e não tem nenhuma reclamação. Isso é bom, porque no Brasil sempre tem - revelou Jorge Rosa, presidente da Confederação Brasileira de Tênis..
No entanto, segundo Friemel, não existe nada de má-fama do Brasil no tocante a cumprimento de normas e organização quando o país recebe o evento.
- De jeito nenhum. Não há nenhum pré-julgamento, independentemente de se você vai para o Brasil ou para a Suécia - destacou o alemão.