(1’15” / 294 Kb) - Em 2011, ocorreram 31 mortes devido a roubos envolvendo bancos, 301 assaltos e 537 arrombamentos, segundo levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramos Financeiro. Apesar dos números elevados, termina sem acordo a rodada de negociações sobre segurança, realizada na última terça-feira (6), entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
De acordo com os bancários, a Fenaban se recusou a atender as principais reivindicações da categoria, que tem como objetivo reduzir os riscos e combater a violência nos bancos.
Entre as propostas estão a instalação de vidros blindados e portas de segurança com detectores de metais, câmeras com monitoramento em tempo real e maior assistência às vítimas. Os bancários também propõem biombos entre a fila de espera e os caixas, divisórias individuais no atendimento eletrônico e isenção de tarifas para transferências.
No último mês, entrou em vigor na cidade de São Paulo uma lei que proíbe o uso de celulares dentro das agências bancárias, por motivos de segurança. Para o Sindicato dos Bancários, a medida é “inócua” e somente responsabiliza trabalhadores e clientes.
De São Paulo, da Radioagência NP, Vivian Fernandes.
08/09/11