O Instituto Oswaldo Cruz promoveu nesta quinta-feira a Reunião Técnica sobre Febre Maculosa Brasileira no Estado do Rio de Janeiro. O encontro discutiu os aspectos epidemiológicos e os avanços no diagnóstico da febre maculosa. E ainda estimulou conscientização dos profissionais de saúde de todo o Estado sobre a necessidade do diagnóstico precoce como forma de reduzir a letalidade da doença.
Rickettsia rickettsii e transmitida ao homem, principalmente, pelo carrapato-estrela infectado. A doença infecciosa aguda depende de um rápido diagnóstico para que os sintomas possam ser revertidos. No Brasil, há relatos de casos no Rio, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. Segundo o Ministério da Saúde, 386 casos foram registrados no país nos últimos dez anos, com 107 óbitos.
A reunião foi organizada pelo Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses do Laboratório de Referência Nacional para Rickettsioses (IOC), com o apoio da Secretaria de Saúde do Rio, da Vice-Presidência de Desenvolvimento Institucional e Gestão do Trabalho e da Vice-Presidência de Serviços de Referência e Ambiente da Fiocruz.