Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2026

Familiares e amigos participam de velório do menino Joaquim em SP

Familiares e moradores participaram do velório do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em São Joaquim da Barra no Estado de São Paulo, o garoto foi encontrado morto no Rio Pardo.

Segunda, 11 de Novembro de 2013 às 09:58, por: CdB
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Familiares e moradores participaram do velório do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos
Familiares e moradores participaram do velório do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em São Joaquim da Barra no Estado de São Paulo, o garoto foi encontrado morto no Rio Pardo, em Barretos (SP), na tarde deste domingo.  O corpo do menino foi enterrado nesta segunda-feira no cemitério municipal. A mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Ponte, e o padrasto, o técnico Guilherme Longo, foram presos na noite de domingo, após terem a prisão temporária decretada pela Justiça. Para a Polícia Civil, Longo é considerado o principal suspeito do crime, porém, a polícia não descarta a participação de Natália no desaparecimento e na morte da criança. O corpo do garoto foi encontrado pelo dono de um rancho, boiando no Rio Pardo, em Barretos, no início da tarde deste domingo. Ele havia desaparecido na madrugada da última terça-feira, de dentro da casa da mãe, em Ribeirão Preto (SP). Segundo o delegado João Osinski Júnior, diretor do departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter 3), a criança vestia um pijama estampado idêntico ao descrito pela família no boletim de ocorrência registrado no dia do desaparecimento. Exames iniciais feitos pelo IML revelaram, segundo Osinski Júnior, que o pulmão de Joaquim não apresentava água, o que descarta a possibilidade da morte por afogamento. Segundo informações do portal G1. O fato evidencia a suspeita de homicídio, já que a criança, de acordo com a polícia, foi jogada no córrego Tanquinho, nas proximidades da casa da família. O delegado Paulo Henrique Martins de Castro não informou o local onde os dois permanecem detidos, mas confirmou que ambos devem prestar novos depoimentos na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto, nesta segunda-feira. “Temos muitas diligências a serem feitas e não podemos passar muitos detalhes para não atrapalhar as investigações”, explicou Castro, afirmando que familiares também serão convocados para prestarem esclarecimentos. O avô materno de Joaquim, o mecânico Vicente Ponte, que não quis comentar a prisão da filha e do genro, principais suspeitos da morte do menino. Ponte chegou ao local  e conversou com os jornalistas na porta do prédio. Ele voltou a dizer que a família tinha um bom relacionamento. "O Joaquim nunca reclamou de maus-tratos e nunca falou nada sobre o padrasto." O pai de Joaquim, o produtor de eventos Arthur Paes, está hospedado em Ribeirão Preto (SP). Muitos moradores que acompanharam o caso também se aglomeram no velório para prestar solidariedade à família e dar o último adeus a Joaquim. Assim que o corpo chegou ao velório, a Polícia Militar isolou o prédio e permitiu apenas a entrada de famíliares ao local. Minutos depois, foi organizada uma fila para que as pessoas pudessem se aproximar do caixão, que está fechado.  
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