Os irmãos Eduardo e Armando Monteiro Neto há anos não se bicam, mas não esperavam que as pendências judiciais da família e suas sociedades viessem à tona agora que o segundo tornou-se ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio(MDIC). Um dos processos envolve justamente o BNDES, um dos principais braços doMDIC que será comandado por Monteiro Neto. Eduardo Monteiro responde a ação penal no STJ por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, sobre a quebra em 2005do Banco Mercantil de Pernambuco, controlado por ele e no qual o agora ministro tinha assento no Conselho. As acusações vão de gestão temerária a fraude documental,passando por empréstimos suspeitos à Destilaria Gameleira (Agora Araguaia), deEduardo, que já foi palco do maior flagrante de trabalho escravo do País, em uma das quatro operações do Ministério Público na usina entre 2001 a 2009.
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Família de novo ministro responde por trabalho escravo e fraude financeira
Por Leandro Mazzini - Os irmãos Eduardo e Armando Monteiro Neto há anos não se bicam, mas não esperavam que as pendências judiciais da família e suas sociedades viessem à tona agora que o segundo tornou-se ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio(MDIC). Um dos processos envolve justamente o BNDES, um dos principais braços doMDIC que será comandado por Monteiro Neto.
Quinta, 04 de Dezembro de 2014 às 06:53, por: CdB
Os irmãos Eduardo e Armando Monteiro Neto há anos não se bicam, mas não esperavam que as pendências judiciais da família e suas sociedades viessem à tona agora que o segundo tornou-se ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio(MDIC). Um dos processos envolve justamente o BNDES, um dos principais braços doMDIC que será comandado por Monteiro Neto. Eduardo Monteiro responde a ação penal no STJ por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, sobre a quebra em 2005do Banco Mercantil de Pernambuco, controlado por ele e no qual o agora ministro tinha assento no Conselho. As acusações vão de gestão temerária a fraude documental,passando por empréstimos suspeitos à Destilaria Gameleira (Agora Araguaia), deEduardo, que já foi palco do maior flagrante de trabalho escravo do País, em uma das quatro operações do Ministério Público na usina entre 2001 a 2009.
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