Rio de Janeiro, 02 de Setembro de 2026

Facebook ganha espaço sobre YouTube em publicidades em vídeo

O Facebook está ganhando terreno contra o YouTube, do Google, como uma plataforma para que grandes companhias anunciem seus produtos em vídeos online, a categoria de anúncios na Internet que cresce mais rapidamente, segundo relatório publicado nesta segunda-feira.

Segunda, 22 de Junho de 2015 às 07:44, por: CdB
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A competição por espectadores de vídeos abre um novo front no embate entre as duas gigantes de Internet Taylor Swift segurando seus prêmios conquistados na Premiação Musical Billboard de 2015, em Las Vegas
  O Facebook está ganhando terreno contra o YouTube, do Google, como uma plataforma para que grandes companhias anunciem seus produtos em vídeos online, a categoria de anúncios na Internet que cresce mais rapidamente, segundo relatório publicado nesta segunda-feira. A competição por espectadores de vídeos abre um novo front no embate entre as duas gigantes de Internet que já competem em outros tipos de anúncios tendo em vista seus apelos a consumidores jovens e internacionais, disse a Ampere Analysis em estudo. A Ampere, com sede em Londres, prevê uma nova "corrida armamentícia" publicitária entre as duas rivais, praticamente empatadas em termos de tamanhos de audiência com cerca de 1,4 bilhão e 1,3 bilhão de usuários mensais ativos, respectivamente para o Facebook e o YouTube. Isso significa que consumidores provavelmente serão forçados a assistir mais anúncios, mas que também poderão aproveitar uma gama mais variada de programação em vídeo como resultado, disse a empresa. A Internet vai ultrapassar os anúncios em TV em 12 grandes mercados, representando 28 % dos gastos publicitários globais até 2017, segundo pesquisa separada da empresa de compra de mídia Zenith Optimedia nesta segunda-feira. A projeção para gastos em anúncios estima que alcançarão US$ 531 bilhões neste ano. Apple
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A Apple reverteu sua política e anunciou que agora vai pagar aos artistas durante o período gratuito de testes de seu novo serviço de streaming de músicas, o Apple Music, após a estrela pop Taylor Swift dizer que não iria disponibilizar seu álbum mais recente, "1989", no serviço. A Apple está oferecendo a usuários um período gratuito de teste de três meses do novo serviço e havia dito que não pagaria aos artistas pelo uso de suas músicas durante esse período. O vice-presidente sênior da Apple, Eddy Cue, anunciou a mudança de postura no Twitter. - Ouvimos você @taylorswift13 e artistas independentes. Da Apple, com amor - disse ele no microblog. Taylor Switft, de 25 anos, disse em publicação no Tumblr no domingo que não disponibilizaria seu álbum por achar decepcionante a política da Apple de não pagar aos artistas durante o período gratuito para usuários, uma vez que prejudicaria artistas jovens que estão apenas começando. Um porta-voz da Apple confirmou os tuítes do vice-presidente sênior e disse que a companhia vai pagar aos artistas durante o período de três meses.    
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