Rio de Janeiro, 06 de Setembro de 2026

Exportações da China praticamente dobraram nos primeiros meses do ano

As exportações da China cresceram cerca de 50% em maio sobre igual mês de 2009, disseram fontes nesta quarta-feira, um dado que superou as previsões e alimentou uma forte alta da bolsa doméstica. O índice acionário chinês subiu quase 3%. O aumento das exportações acalmou investidores que temiam que a fraqueza da economia global pesaria sobre a China. A previsão era de que as exportações, cujo dado oficial será divulgado na quinta-feira, tivessem subido 32% em maio, após avanço de 30,5% em abril. (Leia Mais)

Quarta, 09 de Junho de 2010 às 07:38, por: CdB

As exportações da China cresceram cerca de 50% em maio sobre igual mês de 2009, disseram fontes nesta quarta-feira, um dado que superou as previsões e alimentou uma forte alta da bolsa doméstica. O índice acionário chinês subiu quase 3%. O aumento das exportações acalmou investidores que temiam que a fraqueza da economia global pesaria sobre a China. A previsão era de que as exportações, cujo dado oficial será divulgado na quinta-feira, tivessem subido 32% em maio, após avanço de 30,5% em abril.

Os preços ao consumidor do país subiram 3,1% em maio sobre o ano passado, acelerando ante a alta de 2,8% em abril, disse uma autoridade sênior do governo em uma conferência interna com investidores, segundo fontes que participaram da apresentação. A autoridade também disse que os novos empréstimos alcançaram 630 bilhões de iuans (US$ 92,2 bilhões) em maio, ante 774 bilhões de iuans em abril.

Mercado lucrativo

A China se tornou o mercado mais lucrativo para a montadora japonesa Nissan Motor, afirmou o diretor-presidente da companhia, Carlos Ghosn, nesta quarta-feira. Ghosn, que também é presidente da Renault, que tem participação de 43,4% na Nissan, afirmou que as vendas da montadora na China somaram 750 mil unidades em 2009, contra 10 mil veículos uma década atrás.

– Haverá um crescimento enorme no mercado automotivo global a partir de agora até 2050 – disse ele, acrescentando que esse crescimento partirá principalmente de países emergentes como China, Índia e América Latina.

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