Ainda não está claro se os soldados eram o alvo de um ataque ou se os dispositivos que explodiram haviam sido deixados durante a guerra entre o grupo radical libanês Hezbollah e Israel, no ano passado.
Minas e bombas de fragmentação mataram 30 pessoas na região no ano passado. Mas grupos radicais no Líbano também vêm ameaçando atacar as forças de paz da ONU.
Combates
Nas últimas cinco semanas, o Exército libanês vem combatendo em Trípoli, no norte do país, militantes islâmicos do grupo Fatah al-Islam, que se dizem inspirados pela rede Al-Qaeda.
As autoridades libanesas dizem que militantes do Fatah al-Islam que foram presos e interrogados confessaram que havia um plano para atacar as forças da ONU.
A força de paz Unifil, no Líbano desde 1978, foi ampliada no ano passado após a guerra entre o Hezbollah e Israel.
Cerca de 11 mil soldados da ONU estão atualmente na região, incluindo militares da França, da Espanha e da Índia.