Rio de Janeiro, 20 de Maio de 2026

Exército dos EUA resgatam a recruta Jessica Lynch em Nasiriyah

A recruta americana Jessica Lynch, capturada pelas forças iraquianas há mais de uma semana, foi resgatada nesta quarta-feira, de acordo com fontes militares dos Estados Unidos. O Pentágono disse que a recruta, de 19 anos de idade, que trabalha no setor de suprimentos do Exército, foi presa no dia 23 de março, quando o comboio em que viajava foi atacado em uma emboscada na cidade de Nasiriyah, no sul do Iraque. (Leia Mais)

Quarta, 02 de Abril de 2003 às 07:09, por: CdB

A recruta americana Jessica Lynch, capturada pelas forças iraquianas há mais de uma semana, foi resgatada nesta quarta-feira, de acordo com fontes militares dos Estados Unidos. O Pentágono disse que a recruta, de 19 anos de idade, que trabalha no setor de suprimentos do Exército, foi presa no dia 23 de março, quando o comboio em que viajava foi atacado em uma emboscada na cidade de Nasiriyah, no sul do Iraque. A operação para resgatar a recruta começou ao cair da noite na terça-feira, disse o correspondente da BBC na região, Adam Mynott. Forças americanas atacaram simultaneamente o quartel-general do partido Baath e uma ponte na cidade para distrair as forças iraquianas. Nesse meio tempo, uma tropa de elite invadiu o hospital onde a recruta estava presa. Comemorações Lynch está recebendo tratamento para ferimentos em um hospital militar, mas sua situação é estável, segundo informações oficiais. Ela pertence a uma unidade de manutenção que foi atacada ao tomar o caminho errado na cidade de Nasiriyah, nos primeiros dias do combate. Cinco soldados da unidade foram capturados e mais tarde forçados a responder perguntas na televisão iraquiana. Lynch não estava entre eles. Ela foi dada como desaparecida em combate e possivelmente morta. Só foi reclassificada como prisioneira de guerra na terça-feira. A cidade natal de Lynch, Palestine, no Estado de Virgínia Oeste, celebrou o resgate com rojões, sirenes e buzinas. "Você não imagina a alegria, os gritos, abraços, os berros que se ouvem por aqui", disse a prima da recruta, Pam Nicolais, à agência de notícias Associated Press. O porta-voz da Central de Comando, Jim Wilkinson, disse que operações de resgate como essa fazem parte da cultura militar americana. Wilkinson disse, no entanto, que outros sete soldados americanos continuam registrados como prisioneiros de guerra.

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