O Exército iraquiano expulsou insurgentes sunitas do vilarejo-natal do falecido ditador Saddam Hussein, de acordo com a mídia estatal e a polícia, como parte de uma campanha para retomar amplas áreas do Norte e Oeste do Iraque ocupadas por rebeldes. O grupo dissidente do al Qaeda que lidera a insurgência anunciou na semana passada a formação de um califado islâmico de estilo medieval, que elimina as fronteiras do Iraque e da Síria.
O Exército iraquiano expulsou insurgentes do vilarejo-natal do falecido ditador Saddam Hussein
O Exército iraquiano expulsou insurgentes sunitas do vilarejo-natal do falecido ditador Saddam Hussein, de acordo com a mídia estatal e a polícia, como parte de uma campanha para retomar amplas áreas do Norte e Oeste do Iraque ocupadas por rebeldes.
O grupo dissidente do al Qaeda que lidera a insurgência anunciou na semana passada a formação de um califado islâmico de estilo medieval, que elimina as fronteiras do Iraque e da Síria, e ameaçou avançar rumo à capital iraquiana, Bagdá, para derrubar o governo central conduzido por xiitas.
Em uma contra-ofensiva, as forças do governo e voluntários muçulmanos xiitas, apoiados por helicópteros de ataque, recapturaram o vilarejo de Awja na noite de quinta-feira, segundo a mídia estatal, a polícia e moradores locais.
Segundo as fontes, três insurgentes foram mortos na batalha que durou uma hora e a principal unidade das forças dos insurgentes fugiu de Awja no sentido sul, pela margem leste do Rio Tigre.
O Exército disse que agora controla o trecho de 50 km (30 milhas) da estrada principal que vai de norte da cidade de Samarra - localizada a 100 km ao norte de Bagdá - para Awja.
Ataque aéreo
Pelo menos quatro pessoas foram mortas e sete ficaram feridas em ataques aéreos das forças sírias durante a noite contra montanhas e vales perto da cidade libanesa de Arsal, disseram fontes do setor de segurança nesta sexta-feira (horário local), no mais recente alastramento da violência para a área da fronteira sírio-libanesa.
As cinco incursões aéreas atingiram uma área perto de Arsal, região que manifesta simpatia pelos rebeldes majoritariamente muçulmanos sunitas que lutam para derrubar o presidente da Síria, Bashar al Assad, que faz parte da minoria muçulmana alauíta.
A violência vem se espalhando com frequência por áreas ao redor de Arsal. Em janeiro disparos de foguete da Síria mataram pelo menos sete pessoas na cidade e feriram 15.
O Líbano ficou dividido em linhas sectárias durante a guerra civil no país, de 1975 a 1990, e vem se empenhado para ficar fora do conflito de três anos no país vizinho, o qual está alimentando as tensões religiosas na região.
No Líbano grupos têm se dividido em linhas sectárias e o país tem enfrentado uma crescente onda de atentados nas últimas semanas, alguns deles na capital, Beirute.
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