O estudo adotou a abordagem que advoga por explorar os limites do corpo durante apenas alguns segundos, em vez de gastar mais tempo em uma corrida de meia hora ou pedalar por alguns quilômetros.
Alguns especialistas argumentam que o treinamento curto e intenso é mais seguro do que o exercício convencional. Nestes últimos, taxas mais altas de batimentos cardíacos e pressão arterial podem levar a ataques cardíacos e derrames.
Babraj disse que corridas por longos tempos "colocam uma pressão maior sobre o coração em geral".
Já o método intenso pode ajudar a reduzir os custos "astronômicos" dos problemas de saúde em idosos, disse ele.
- Temos uma com alta média etária, e se não a incentivarmos a ser ativa, a carga econômica disso será astronômica.
Os exercícios usados na pesquisa podem ser realizados em casa, desde que os interessados procurem aconselhamento médico de antemão, segundo o acadêmico.
Mais de 10 milhões de pessoas no Reino Unido, de uma população total de 63 milhões, têm mais de 65 anos de idade, e esse número tende a aumentar.
No Brasil, há cerca de 14,9 milhões de pessoas nesta faixa etária, segundo o IBGE. O órgão prevê que essa fatia da população atingirá 58,4 milhões em 2060.
Especialistas consultados pela agência britânica de notícias BBC elogiaram que o estudo tenha destacado os benefícios do exercício físico em qualquer idade.
- O estudo desafia a suposição de que tipo de exercício é correto na velhice", disse o secretário-honorário da Sociedade Britânica de Geriatria, Adam Gordon.
- A mensagem geral é que você nunca está velho demais, frágil demais ou doente demais para se beneficiar de exercícios, desde que sejam escolhidos com cuidado.
Exercícios intensos de seis segundos melhoram saúde de idosos, diz pesquisa
Pesquisadores da Escócia descobriram que seis segundos de exercícios físicos intensos podem transformar a saúde de idosos, ao reduzir a pressão sanguínea e melhorar o condicionamento geral ao longo do tempo. Esta modalidade de treinamentos curtos, de alta intensidade, tem atraído cada vez mais seguidores, prometendo alguns dos mesmos benefícios que os exercícios convencionais, mas em um tempo muito menor.
Segunda, 28 de Julho de 2014 às 07:24, por: CdB
O estudo adotou a abordagem que advoga por explorar os limites do corpo durante apenas alguns segundos, em vez de gastar mais tempo em uma corrida de meia hora ou pedalar por alguns quilômetros.
Alguns especialistas argumentam que o treinamento curto e intenso é mais seguro do que o exercício convencional. Nestes últimos, taxas mais altas de batimentos cardíacos e pressão arterial podem levar a ataques cardíacos e derrames.
Babraj disse que corridas por longos tempos "colocam uma pressão maior sobre o coração em geral".
Já o método intenso pode ajudar a reduzir os custos "astronômicos" dos problemas de saúde em idosos, disse ele.
- Temos uma com alta média etária, e se não a incentivarmos a ser ativa, a carga econômica disso será astronômica.
Os exercícios usados na pesquisa podem ser realizados em casa, desde que os interessados procurem aconselhamento médico de antemão, segundo o acadêmico.
Mais de 10 milhões de pessoas no Reino Unido, de uma população total de 63 milhões, têm mais de 65 anos de idade, e esse número tende a aumentar.
No Brasil, há cerca de 14,9 milhões de pessoas nesta faixa etária, segundo o IBGE. O órgão prevê que essa fatia da população atingirá 58,4 milhões em 2060.
Especialistas consultados pela agência britânica de notícias BBC elogiaram que o estudo tenha destacado os benefícios do exercício físico em qualquer idade.
- O estudo desafia a suposição de que tipo de exercício é correto na velhice", disse o secretário-honorário da Sociedade Britânica de Geriatria, Adam Gordon.
- A mensagem geral é que você nunca está velho demais, frágil demais ou doente demais para se beneficiar de exercícios, desde que sejam escolhidos com cuidado.