Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Executiva do PMDB oficializa apoio a Eduardo Cunha

O PMDB oficializou através de nota, apoio ao deputado Eduardo Cunha, candidato à Presidência da Câmara, e ao senador que for escolhido para o Senado.

Quarta, 14 de Janeiro de 2015 às 12:32, por: CdB
Senado1-abr1-300x168.jpg
Mesmo sem citar nomes, partido oficializa apoio a Cunha e Renan Calheiros
A Executiva Nacional do PMDB oficializou, nesta quarta-feira, em Brasília,apoio ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), candidato à Presidência da Câmara, e ao senador que for escolhido pela bancada do PMDB para a presidência da Casa. Apesar de não confirmar a candidatura, Renan Calheiros pode tentar a reeleição. O encontro teve como objetivo evitar dissidências nas bancadas do Congresso Nacional. A definição oficial da Executiva do PMDB ocorre num momento em que os partidos de oposição no Senado tentam dividir a bancada para evitar que Renan seja reeleito. O senador alagoano ainda não anunciou oficialmente que pretende disputar a reeleição, mas a tendência é que a bancada de senadores peemedebistas se reúna na próxima semana para oficializar sua candidatura. Na Câmara, o problema não é a oposição, mas sim o PT, que tenta rachar a bancada peemedebista para enfraquecer a candidatura de Cunha e ajudar o candidato petista ao comando da Casa, deputado Arlindo Chinaglia (SP). Renan Calheiros e Eduardo Cunha não participaram do encontro. Arlindo Chinaglia e Câmara Na corrida à Presidência da Câmara dos Deputados, o parlamentar petista Arlindo Chinaglia (SP) ganha terreno sobre seu principal adversário, Eduardo Cunha, após ter seu nome citado na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF) e ser apontado por seu possível envolvimento com o doleiro Lúcio Funaro, condenado no julgamento da Ação Penal (AP) 470, processo conhecido como ‘mensalão’, segundo denúncia do deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), em seu blog. Segundo o ex-governador fluminense, com esses novos dados sobre possíveis negócios escusos de Cunha, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, “acerta na mosca”. – Quando fui governador, demiti o Eduardo Cunha por conta de suspeitas graves sobre a gestão de dinheiro público – afirmou Garotinho, em entrevista ao Correio do Brasil e ao site de notícias Conexão Jornalismo, durante reunião de apoio a Chináglia, em um restaurante da Zona Sul do Rio.
Tags:
Edições digital e impressa