Os primeiros dados da caixa preta do Airbus 320 da TAM, vôo JJ 3054 que chocou-se contra o prédio de cargas da empresa, na última terça-feira, matando cerca de 200 pessoas, prova que o piloto que comandou a aterrissagem em Congonhas, não tentou arremeter a aeronave e sim freá-la.
A pista molhada, escorregadia e inacabada do aeroporto contribuiu de algum modo para que ocorresse a tragédia.
Essas são as primeiras conclusões da comissão de investigação do acidente montada pela Aeronáutica e dirigida pelo coronel Fernando Camargo, segundo informou na tarde desta segunda-feira o deputado federal Efraim Morais Filho (DEM-PB), membro da CPI do Apagão Aéreo e que se encontra em Washington juntamente com Mauro Maia (PT-RS), relator da CPI.
Disse Efraim que tais conclusões se baseiam na investigação feita até aqui pela comissão da Aeronáutica e nos primeiros dados fornecidos pela primeira das duas caixas-pretas do Airbus que chegou aos EUA na última sexta-feira
A segunda caixa-preta, a que revela os diálogos entre os dois pilotos do avião e a torre de controle do Aeroporto de Congonhas, só chegou ontem aos Estados Unidos.
É possível que nas próximas 48 horas seja possível saber por que fracassou a manobra de frear o Airbus. O mais provável é que tenha havido a soma de dois fatores: um defeito técnico no avião e a pista imprópria naquelas condições para a aterrissagem de um aparelho com as dimensões e o peso do Airbus.
Exame da caixa-preta prova que piloto tentou frear o avião
Os primeiros dados da caixa preta do Airbus 320 da TAM, vôo JJ 3054 que chocou-se contra o prédio de cargas da empresa, na última terça-feira, matando cerca de 200 pessoas, prova que o piloto que comandou a aterrissagem em Congonhas, não tentou arremeter a aeronave e sim freá-la. (Leia Mais)
Segunda, 23 de Julho de 2007 às 13:52, por: CdB