Outros países da Europa, além dos Estados Unidos e da Austrália organizaram manifestações.
Na África, nove países promovem shows, orações e passeatas, entre elas, uma em Ruanda, contra o genocídio.
Na Ásia, foi realizada uma vigília à luz de velas em Phnom Penh, no Camboja, para chamar a atenção e alertar para o horror das mortes em massa que o país enfrentou.
O governo do Sudão minimizou a importância do dia internacional de mobilização global, afirmando que os envolvidos foram induzidos ao erro pela imprensa internacional.
'Inaceitável'
No sábado, o presidente do Sudão, Omar al-Bashir, voltou a rejeitar a recomendação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que autoriza o deslocamento de uma missão de paz internacional para Darfur.
No mesmo dia, o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, escreveu a outros líderes da União Européia, classificando a situação em Darfur de "inaceitável" e pedindo uma posição comum do bloco sobre o assunto.
Já um representante da organização não-governamental Anistia Internacional alertou para o risco de um agravamento da situação com saída das tropas da União Africana, cujo mandato expira no fim de setembro.
"A situação já é grave em Darfur, e só vai piorar com a saída dos soldados, a não ser que o governo autorize a entrada dos soldados da ONU", disse Steve Ballinger.
A estimativa da ONU é de que 200 mil pessoas foram mortas nos três anos de conflito em Darfur. Quase 2 milhões teriam perdido as suas casas.