Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

EUA voltam a atacar grupamentos do Estado Islâmico na Síria

Os Estados Unidos realizaram novos ataques aéreos contra grupamentos do Estado Islâmico (EI) na Síria, o que elevou a 43 o número de incursões nessa nação árabe, informou o canal televisivo CNN. Uma fonte do Comando Central, entidade do Pentágono que atende a região do Oriente Médio e zonas fronteiriças, disse que os bombardeios contaram com o apoio operacional da Arábia Saudita, Jordânia e Emirados Árabes Unidos, mas não especificou detalhes a respeito.

Segunda, 29 de Setembro de 2014 às 08:24, por: CdB
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Os golpes ocorreram em zonas onde atuam unidades curdas sitiadas por grupos do EI, em áreas fronteiriças com Turquia O presidente dos EUA, Barack Obama
Os Estados Unidos realizaram novos ataques aéreos contra grupamentos do Estado Islâmico (EI) na Síria, o que elevou a 43 o número de incursões nessa nação árabe, informou o canal televisivo CNN. Uma fonte do Comando Central, entidade do Pentágono que atende a região do Oriente Médio e zonas fronteiriças, disse que os bombardeios contaram com o apoio operacional da Arábia Saudita, Jordânia e Emirados Árabes Unidos, mas não especificou detalhes a respeito. Os golpes ocorreram em zonas onde atuam unidades curdas sitiadas por grupos do EI, em áreas fronteiriças com Turquia, e significaram a abertura de uma nova frente para a operação que realizam Estados Unidos e seus aliados em território sírio. O Pentágono atacou também os arredores da cidade iraquiana de Erbil, a capital da região do Curdistão , o que elevou a 220 os golpes das forças armadas norte-americanas contra EI nessa nação árabe desde 8 de agosto passado. Os Estados Unidos, com o apoio de Jordânia, Provar, Bahrein, Arábia Saúdita e Emirados Árabes Unidos iniciaram uma campanha aérea contra forças do EI em território sírio em 23 de setembro passado, sem a anuência das autoridades de Damasco. O Governo do presidente Bashar Ao Assad tem expressado sua decisão de colaborar em qualquer esforço internacional contra o terrorismo sobre a base do respeito à soberania do país e as leis internacionais, posição que compartilham numerosas nações, em particular Rússia e Irã. Rússia e Otan
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O presidente dos EUA, Barack Obama, não admite a possibilidade de confrontação militar entre a Rússia e a Otan por causa da crise ucraniana. - Não, não creio que haja confrontação militar entre a Otan e a Rússia - disse o presidente norte-americano na entrevista ao programa “60 minutos” do canal de televisão CBS. Ele apontou que existe a possibilidade de solução política da crise ucraniana. Tinha em vista os resultados das conversações trilaterais sobre o gás, realizadas na semana passada em Berlin. “Portanto, os ucranianos não irão congelar neste inverno”, disse Obama. De acordo com os entendimentos preliminares, a Rússia e a Ucrânia deverão assinar o chamado “pacote de documentos hibernais” sobre o fornecimento do gás russo para a Ucrânia que tinha sido interrompido em meados de junho. Presença no Leste Europeu A Otan vai ter uma presença permanente no Leste Europeu, disse o ex-secretário-geral da Aliança do Atlântico Norte, Anders Fogh Rasmussen, fazendo balanço dos seus cinco anos à frente da organização político-militar, num artigo publicado no jornal The Independent. A Aliança do Atlântico Norte irá aumentar o número de aeronaves no ar, navios no mar e tropas em terra, destacou Rasmussen. - Além disso, vamos organizar um punho de forças de reação rápida, capazes de responder em poucos dias a qualquer crise que possa surgir no leste ou sul - acrescentou. De acordo com Rasmussen, a cúpula da Otan no País de Gales deu todos os passos necessários para proteger os aliados da organização "contra ameaças provenientes de qualquer direção".
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