O Exército dos Estados Unidos levou adiante um controverso projeto de incinerar toneladas de diversas armas químicas em uma cidade no Estado do Alabama. É a primeira vez que os militares norte-americanos queimam armamentos químicos letais perto de uma área populada.
As armas estão previstas para serem destruídas neste sábado, na cidade de Anniston.
O juiz federal Thomas Penfield Jackson rejeitou os protestos feitos pelos moradores locais.
De acordo com o juiz, os habitantes de Anniston não foram capazes de provar que as armas químicas constituem um risco.
Contaminação
Os habitantes de Anniston afirmam que as armas químicas podem contaminar toda a comunidade. Segundo eles, cerca de 35 mil pessoas vivem a uma distância de cerca de 14 quilômetros da área militar onde os agentes químicos serão incinerados.
O local fica a 80 quilômetros de Birmingham, a cidade mais populosa do Alabama.
Entre os armamentos figuram agentes letais, como sarin e outros capazes de matar ao atacar o sistema nervoso.
As armas de destruição em massa serão queimadas nos finais de semana e à noite, quando as escolas da cidade e outros edifícios comunitários estão fechados.
Neutralização
Craig Williams, diretor-executivo da empresa Chemical Weapons Working Group, havia pedido à Corte Federal que adiasse a destruição das armas. Williams, juntamente com moradores de Anniston, defende outro método de destruição, chamado neutralização.
Mas, de acordo com o Exército, a incineração é tão segura quanto a neutralização.A convenção internacional determina que armas de destruição em massa sejam destruídas em até quatro anos.
EUA queimam armas químicas no Alabama
O Exército dos Estados Unidos levou adiante um controverso projeto de incinerar toneladas de diversas armas químicas em uma cidade no Estado do Alabama. É a primeira vez que os militares norte-americanos queimam armamentos químicos letais perto de uma área populada. As armas estão previstas para serem destruídas neste sábado, na cidade de Anniston. O juiz federal Thomas Penfield Jackson rejeitou os protestos feitos pelos moradores locais. De acordo com o juiz, os habitantes de Anniston não foram capazes de provar que as armas químicas constituem um risco. (Leia Mais)
Sábado, 09 de Agosto de 2003 às 13:55, por: CdB