EUA pedem que site de busca reforce o que é publicidade
Autoridades dos Estados Unidos advertiram as principais empresas de Internet do país, incluindo o Google, a melhor identificar anúncios pagos nos resultados de busca, especialmente com o avanço dos dispositivos móveis e dos serviços baseados em comandos de voz.
Autoridades dos Estados Unidos advertiram as principais empresas de Internet do país
Autoridades dos Estados Unidos advertiram as principais empresas de Internet do país, incluindo o Google, a melhor identificar anúncios pagos nos resultados de busca, especialmente com o avanço dos dispositivos móveis e dos serviços baseados em comandos de voz.
A Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA disse que enviou cartas a 24 empresas de busca na Internet, incluindo os gigantes Google, Microsoft e Yahoo, com orientações atualizadas a respeito de práticas publicitárias.
A versão atualizada da cartilha de 2002 chega em um momento em que os usuários acessam cada vez mais a Internet em aparelhos com telas menores, como os smartphones, e utilizam aplicativos e serviços de redes sociais para localizar informações.
- Em anos recentes, resultados de buscas pagos se tornaram menos perceptíveis como publicidade e a FTC está pedindo à indústria que esta distinção seja clara - disse a agência, que tem o poder de multar as empresas que violam regras contra propaganda enganosa.
Maior empresa de buscas do mundo, o Google respondeu por 73,8% dos US$ 17,3 bilhões gastos nos EUA com publicidade em sistemas de busca em 2012, segundo a empresa de pesquisa eMarketer. No ano passado, a companhia alterou seu sistema de buscas especializado em compras, baseando os resultados majoritariamente em listas pagas.
Em comunicado, o Google disse que a rotulagem clara e a divulgação de buscas pagas são importantes e que a empresa "sempre se esforçou para fazer isso com a evolução de seus produtos".
Com 6,6% do mercado de publicidade online norte-americano pelos dados da eMarketer para o ano passado, o Yahoo afirmou que estava analisando a carta da comissão e ressaltou ter um compromisso com uma experiência de pesquisa transparente.
A Microsoft, número 3 no segmento nos Estados Unidos, se recusou a comentar O assunto.
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