O tenente-coronel Eric Schwartz, comandante do batalhão encarregado de proteger o Museu Nacional de Bagdá, alegou que seus homens "não são absolutamente culpados" e que fizeram todo o possível para evitar o saque de tesouros que registravam a vida na antiga Mesopotâmia. Porém, empregados do museu disseram que os norte-americanos poderiam ter evitado os saques. Donny George, diretor-geral do Departamento de Antigüidades Iraquianas, contou que as forças americanas ignoraram pedidos de ajuda e não forneceram proteção adequada. Os funcionários do museu acreditam que as peças devem ser vendidas no mercado negro. Os objetos mais significativos eram o vaso de Uruk e a harpa de Ur, que datam de um período entre 3000 a.C. e 2500 a.C., no império dos reis sumérios.
EUA não se julgam culpados por saques em museu de Bagdá
Sábado, 26 de Abril de 2003 às 12:57, por: CdB