Rio de Janeiro, 13 de Setembro de 2026

EUA minimizam retirada de tropas de outros países do Iraque

Terça, 20 de Abril de 2004 às 10:09, por: CdB

A Casa Branca disse na terça-feira que as forças de ocupação do Iraque, lideradas pelos EUA, estavam unidas apesar dos planos da Espanha e de Honduras de retirar seus soldados do país árabe.

Scott McClellan, porta-voz da Casa Branca, disse que o governo norte-americano esperava a aprovação de uma nova resolução pela Organização das Nações Unidas (ONU) a fim de ajudar a encorajar outros paises a mandarem militares para o Iraque.

``A coalizão no Iraque é forte e a determinação dela é firme'', disse McClellan, durante uma visita do presidente dos EUA, George W. Bush, a Buffalo (costa leste).

Os EUA mantêm 135 mil soldados no Iraque. Essa força conta com o apoio de pequenos contingentes de outros países. A Casa Branca diz que a coalizão é o símbolo do apoio internacional, mas, para adversários dos EUA, o mais importante a ser notado é a ausência da maior parte das potências mundiais.

McClellan disse que seu governo via com satisfação os esforços para aprovar uma nova resolução da ONU sobre o Iraque, mas notou que qualquer país poderia integrar-se já às forças de ocupação com base nas resoluções aprovadas no passado.

O porta-voz citou a Itália, a Polônia e o Japão como membros estáveis das forças de ocupação do Iraque e disse que Bush discutia com o novo governo espanhol a decisão de retirar seus soldados do país árabe.

Na segunda-feira, Bush criticou o novo primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, que ordenou a volta dos 1.400 soldados espanhóis estacionados no Iraque.

O governo norte-americano preocupa-se com a possibilidade de a decisão da Espanha prejudicar os esforços de reconstrução e de pacificação em algumas regiões do Iraque.

Honduras afirmou na segunda-feira que, em breve, chamará de volta seus 370 soldados enviados ao território iraquiano.

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