Rio de Janeiro, 01 de Fevereiro de 2026

EUA liberam a CIA para matar líderes políticos no mundo

A lei decretada há 25 anos por Gerald Ford, que proíbe o atentado à vida de dirigentes políticos estrangeiros pelas forças especiais dos Estados Unidos, acaba de ser revogada por George W. Bush. Esta é uma das primeiras medidas efetivas adotadas no sentido de liberar a CIA e demais agências norte-americanas para cometer atos terroristas em qualquer parte do planeta, na caçada aos autores dos atos de violência ocorridos em Nova Iorque e Washington. O Congresso dos Estados Unidos, no entanto, terão que aprovar - ou não - esta atitude da Casa Branca

Domingo, 16 de Setembro de 2001 às 17:37, por: CdB

O secretário de Estado norte-americano, Colin Powell, reconheceu implicitamente, neste domingo, que a regra estabelecida em de 1976, na administração de Gerald Ford, a qual proíbe que Forças Especiais norte-americanas assassinem dirigentes estrangeiros, foi revista como conseqüência dos atentados contra o World Trade Center e o Pentágono. "Nos nosso planos revisaremos tudo, como faz a CIA e como fazem o FBI e o secretário de Justiça. Tudo será revisto", afirmou Powell. O senador republicano Richard Shelby já pediu o fim desta proibição. O secretário de Defesa, Donald Rumsfeld, disse que os Estados Unidos devem ter todos os meios para lutar contra as redes terroristas, como a de Ossama bin Laden, principal suspeito de dirigir os atentados de 11 de setembro. A regra que proíbe o assassinato de dirigentes estrangeiros é um decreto presidencial que o governante pode abolir sem consultar o Congresso.

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