O governo dos EUA deslocou mais de 20 mil agentes, vários aviões e equipes médicas especializadas em combater ataques químicos e biológicos para assegurar que a reunião do G-8, que reúne os países mais industrializados do mundo em Sea Island, no estado da Geórgia, transcorra sem incidentes.
O encontro dos chefes de Estado de Alemanha, Canadá, EUA, França, Itália, Japão, Grã-Bretanha e Rússia começa nesta terça-feira e se estende até quinta. O evento é citado pelo governo de Washington como um alvo em potencial para ataque terrorista.
O procurador-geral dos EUA, John Ashcroft, sinalizou que, segundo "informação com crédito de múltiplas fontes", a rede Al-Qaeda prepara um atentado no território americano nos próximos meses.
Por outro lado, a reunião será uma boa oportunidade para Bush fazer lobby com líderes mundiais pela proposta de resolução que Washington e Londres defendem para o Iraque após a entrega de soberania aos iraquianos, marcada para 30 de junho.
Além do Iraque, Bush busca que o G-8 apóie as iniciativas da Casa Branca em relação ao Oriente Médio e ao Norte da África, que consistem em um plano para estender a democracia e o livre mercado na região.
Rio de Janeiro, 20 de Setembro de 2026
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