Por brasileiro 20/07/2011 às 06:00
Os EUA foram condenados por terrorismo internacional pela Corte Internacional de Haya em 1986. A pena imposta pela Corte foi de 17 Bilhões de dólares, as quais o império terrorista rapineiro ainda não pagou:
http://www.telesurtv.net/secciones/noticias/95446-NN/ortega-propone-referendo-para-que-pueblo-nicaraguense-decida-si-cobra-deuda-a-eeuu/
Em tempos de novas guerras imperialistas (Uganda, Líbia ...), com a mesma propaganda hipócrita difundida pelos meios de comunicação de massas do império e suas sucursais no 'pátio traseiro' (Globo, SBT ...), lembrar de fatos históricos como o dessa condenação internacional são imprescindíveis.
Fica constatado que o império, que se autodenomina de 'primeiro mundo', além de saquear, torturar, destruir e submeter outros povos, ainda se vê na necessidade de ser caloteiro oficial.
Se é esse o preço que um país paga para poder se apresentar como 'desenvolvido', então - como ser humano e como integrante da cultura da solidariedade humanista - não quero fazer parte nem chegar perto desses 'heróis superdesenvolvidos'.
Considerando que todos os impérios tem sido autores de tais atos de covardia e de 'superdesenvolvimento', fica aqui meu pedido de reflexão aos que no Brasil ficam delirando/sonhando pateticamente com o dia em que nosso país seja um império igual aos EUA. Interessantemente costumamos ouvir especialmente dessa classe de gente um discurso feroz contra as pessoas que não conseguem pagar o pão-nosso-de cada dia, ou contra governos que querem autorizar comissões de dívidas externas ilegítimas referentes às ditaduras impostas pelo império ianque e seus sócios europeus. Pois com a constatação da dívida dos EUA,confirmada pela Corte de Haya, espermos que os marionetes e alunos do império mostrem agora em seus discursos a mesma insistência diante do calote ianque!
Que apliquem agora 'a lei'! Que deixem de ser caloteiros e assumam suas responsabilidades com o 'livre mercado', as 'instituições democráticas' e - especialmente no caso acima - com os 'direitos humanos'.