O barril do petróleo, que chegou a custar mais de US$ 40 até o fim da semana, teve uma queda considerável nesta segunda-feira, em torno de US$ 38. O que muito contribuiu para isso foram as divulgações sobre as altas reservas dos Estados Unidos e a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de aumentar sua produção.
A OPEP tentou, sem sucesso, na semana passada, segurar o preço do barril, mas especulações renderam a alta do preço. Mas a insegurança no Oriente Médio pode ser um agravante nessa calmaria no mercado, segundo analistas. Outro ponto contra é o gradativo aumento de demanda por combustível nos EUA.
O barril do U.S Light, com entrega para julho, caiu US$ 0,65 e está sendo negociado a US$ 37,84 nesta manhã, após ter alcançado sua cotação recorde de US$ 42,45, na semana passada. Em Londres, o Brent recuou US$ 0,72 e opera cotado a US$ 34,95 o barril.
As cotações começaram a cair na última quinta-feira, quando a Opep decidiu aumentar sua produção em 2 milhões de barris/dia, a partir do dia 1º de julho. Para o mês de agosto, está previsto um outro aumento, da ordem de 500 mil bpd. Esta medida, no entanto, será reavaliada durante uma nova reunião do cartel, marcada para o dia 21 de julho