Rio de Janeiro, 21 de Maio de 2026

EUA bombardeiam área residencial

Autoridades do Pentágono, em Washington, afirmam que aviões americanos bombardearam uma área residencial de Bagdá na segunda-feira, depois de receber informações de inteligência de que membros da liderança iraquiana, incluindo o presidente Saddam Hussein, poderiam estar no local. (Leia Mais)

Terça, 08 de Abril de 2003 às 06:09, por: CdB

Autoridades do Pentágono, em Washington, afirmam que aviões americanos bombardearam uma área residencial de Bagdá na segunda-feira, depois de receber informações de inteligência de que membros da liderança iraquiana, incluindo o presidente Saddam Hussein, poderiam estar no local. Os militares americanos disseram que, assim que as informações sobre a possível localização de líderes iraquianos foram recebidas, os aviões que sobrevoavam Bagdá foram autorizados a atacar a área de Al-Mansur, no oeste da região central de Bagdá. Jornalistas levados pelas autoridades iraquianas ao distrito de Al-Mansur revelaram que uma grande explosão no local destruiu diversas casas e deixou uma cratera de cerca de 50 metros de largura. Testemunhas afirmam que pelo menos 14 moradores morreram após a explosão na região de Al-Mansur. O Comando Central das tropas americanas afirmou que está investigando as acusações de que um míssil disparado pelos Estados Unidos foi o responsável pelas mortes. Bombas De acordo com as autoridades americanas, durante o bombardeio em Bagdá, os aviões de combate lançaram quatro bombas de 900 quilos, guiadas por satélite e capazes de penetrar em abrigos subterrâneos. Os militares americanos, no entanto, não puderam confirmar se o ataque atingiu a liderança iraquiana ou deixou vítimas civis. Em Bagdá, a direção dos hospitais da cidade afirmou que não está conseguindo atender ao grande número de vítimas, civis e militares, dos combates na capital iraquiana. Os médicos afirmam que estão exaustos, os medicamentos estão acabando e algumas cirurgias estão sendo realizadas sem a presença de anestesistas. Apenas nos últimos dois dias, os hospitais Kadhumiya e Kindi afirmam que mais de 300 casos de emergência foram atendidos.

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