Rio de Janeiro, 18 de Maio de 2026

Estudos comprovam contaminação da Lagoa Rodrigo de Freitas

Novos estudos realizados na Lagoa Rodrigo de Freitas por técnicos da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Alerj, com o apoio do Laboratório Analytical Solutions e do Museu Nacional da UFRJ, detectaram a contaminação de sedimentos da lagoa por furanos e dioxinas, com valores muito acima do padrão, e do fígado de peixes por metais pesados. O grupo de 12 poluentes encontrados são tóxicos e podem se acumular nos humanos. (Leia Mais)

Terça, 05 de Julho de 2005 às 07:16, por: CdB

Novos estudos realizados na Lagoa Rodrigo de Freitas por técnicos da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Alerj, com o apoio do Laboratório Analytical Solutions e do Museu Nacional da UFRJ, detectaram a contaminação de sedimentos da lagoa por furanos e dioxinas, com valores muito acima do padrão, e do fígado de peixes por metais pesados.

As dioxinas e os furanos, que fazem parte da Lista Suja - grupo de 12 poluentes orgânicos - além de serem tóxicos, podem se acumular nos seres humanos e demais organismos vivos, gerando doenças e podendo levar à morte. Um estudo anterior, realizada pela Comissão com o Laboratório Analytical Solutions e a Uerj, havia constatado uma alta concentração de metais pesados e de hidrocarbonetos em sedimentos do fundo da lagoa. Agora, os pesquisadores comprovam a contaminação do ecossistema que compõe a Lagoa Rodrigo de Freitas.

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